Um dos feridos, de 31 anos, teve ferimentos graves e foi levado ao Hospital Cajuru. Os outros feridos têm 39 anos e 63 e foram socorridos com ferimentos moderados. Até a última atualização da reportagem, os policiais não souberam explicar como tinha acontecido a batida e nem em quais veículos estavam os feridos. Durante a madrugada deste domingo, um motociclista morreu também em um acidente com carro em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. “Hoje, com a lucratividade do setor abaixo dos 4%, esse aumento do imposto municipal fará com que muitas operadoras trabalhem no negativo. Todas as empresas sentirão o impacto. Mas para muitas empresas menores isso pode ser fatal e imediato”, opina Massuda. De acordo com a Abramge PR/SC, hoje a alíquota cobrada é de 2% da diferença de sinistro (receita e gasto) e a proposta apresentada sugere o aumento para valores entre 2% e 4% sobre o resultado. Para a entidade, isso significa que o imposto cobrado irá passar de 0,16% para até 4%, chegando a um aumento real de 2.500% em relação ao valor atual. Com este cenário, para o presidente da entidade, a estimativa é que o valor dos planos de saúde repassado ao consumidor aumente em cerca de 10%. “O resultado será mais uma debandada dos planos de saúde, pela impossibilidade dos segurados arcarem com mais esse aumento”, ressalta Massuda, que ainda lembra que a saída da saúde privada acarreta a migração para o já inflado SUS – Serviço Único de Saúde. Ainda segundo Massuda o impacto desse possível aumento para o setor de saúde privada e pública do país exige discussão aprofundada, já que as operadoras de saúde trabalham hoje com uma taxa de sinistro entre 82% e 84%, além da taxa administrativa, que varia entre 10% a 14%. “Estamos falando de um resultado operacional de 1% a 4% de resultado, que não suporta o aumento proposto. Esse reajuste será um ‘tiro no pé’ para a área da saúde”.